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Nunca tenho nada para oferecer, ai você aparece e me dá vontade de me oferecer. Toma, fica comigo ai para sempre.
Thiara Macedo (sdpm)
Até o sol com o seu brilho e sua força toda. De vez em quando, vira nuvem e chora.
Maria Eduarda, 7 anos.  (via desarrume-se)

(Fonte: SORRISO-SO-RISOS)

Porque você me vira do avesso, você me confunde. Você aparece, e depois some, me mata de saudades e depois me restaura, você me completa, mas ao mesmo tempo me falta, você me faz te odiar, mas logo em seguida estou te amando mais. Porque você me faz querer ir, mas ao mesmo tempo me faz eu ficar, e o pior, é que você diz que me ama, mas demonstra ao contrário. Você me faz rir, e depois chorar.
Mellyssa.  (via desarrume-se)

(Fonte: sorriso-so-risos)

Tomara que a gente tenha maturidade suficiente para olhar pra dentro e reconhecer nossas falhas. Tomara que a gente consiga descartar o que não serve sem apego ou drama. Tomara que a gente possa olhar para a frente sem aquela mágoa azeda do que ficou para trás. Tomara.
Clarissa Corrêa  (via versificar)

(Fonte: clarissacorrea)

A verdade é que você nunca soube, mas cada frase, cada poema, cada texto que eu me propus a escrever até hoje, mesmo que às vezes inconsciente, foi pra você. Mesmo quando eu neguei até machucar minhas cordas vocais, mesmo quando eu não precisei negar, eram todos pra você. E o cômico disso tudo é que você sempre me pedia carinhosamente que te escrevesse alguma coisa. Era engraçado. Às vezes de tão cansado dizia que só uma frase já tava bom. Eu ria alto, porque só eu sabia que tudo o que eu escrevia era pra ti. Porque você sempre esteve, nunca me faltou, e me transbordou como ninguém jamais fez. Porque tua presença, por mais que às vezes inconstante, me estabilizava como nenhuma outra. Você me causou o caos, mas isso nunca foi um problema, porque eu gosto de uma boa bagunça, e é no meio de uma boa bagunça que eu me acho, e você sempre soube disso. Hoje, estou aqui e não nego: esse texto, mais uma vez, é pra você. Assim como todos que te pedi que lesse e desse sua opinião, assim como todos os que estão perdidos por aí, assim como todas as ideias que tenho na cabeça e não passei para o papel. Esse texto não está sendo escrito por alguém com um sorriso nos lábios, como a alegria de um regresso longo ou como uma viagem em família. Esse texto é partida, é o fim da linha, é a última folha do outono que cai. E minha árvore não irá florir novamente, não para você. Depois de tantos pedidos, assumo: tudo que saiu de mim era teu. A verdade é que tu nunca soube, mas cada frase, cada poema, cada texto que eu me propus a escrever até esse dia, foram escritos para você. Até hoje. Até agora. Até esse último minuto. Porque esse é o último texto, em toda a minha vida, que eu escrevo pra você.
Casebre.    (via casebre)